Friday, February 23, 2007

Feliz Ano Velho? Ou Novo?

O ano não é mais novo, todos sabem que os anos novos tem vida curta, não costumam durar mais dos que as vinte quatro horas do seu dia primeiro; então estamos, por exclusão em um ano velho e que, contrário-senso, está começando agora.

Porque não é menos do conhecimento geral de que os anos só começam aqui na Terra Brasilis depois do carnaval. Fim de férias, passado o tempo de festejos, o ano começa pra valer, ou no dizer popular: "agora é as ganhas", agora é pra valer.

Eu, que não sou menos brazuca do que ninguém, digo: Feliz Ano Velho/Novo!

Monday, December 04, 2006

Eu vou tentar...

Vamos ver... eu vou tentar escrever um post alegre. Qual o assunto suficientemente alegre para alegrar o conteúdo de um post? Se não sou um doutor em alegria, título que me traz tristes recordações. Também não um cômico ou um palhaço, me diga então o que faço para escrever algo alegre e feliz?

Não sei contar anedotas, essas tais de piadas, que as poucas que sei são velhas e manjadas, já andaram em todas as bocas e em ouvidos mil. Serei assim o motivo de chacotas, ou um louco, quem sabe mais um bobo da corte, dessa amada corte do Brasil.

Comédia, isso precisava ser, precisava ter um conteúdo alegre, um chiste, um dito leve e fagueiro, papo furado domingueiro de depois do futebol. Ficarei na tentativa, usarei a saída furtiva de quem tentou, tentou e não conseguiu achar algo que vingasse, me esconderei como um caracol.

Sunday, December 03, 2006

Perfeitamente Imperfeito

Tenho orgulho de ser perfeitamente imperfeito! Isso mesmo, tenho falhas, defeitos, e cometo erros que fazem parte daquilo que eu sou; de outra parte, os meus acertos, e qualidades também. Simples assim, porque sou humano e como todos os humanos, sou imperfeito. Máquinas são programadas para executar tarefas sem cometer enganos, sem cometer erros.

Tudo o que faço tem um pedaço de mim embutido, isso é o que personaliza as coisas que faço, que dá um toque pessoal, uma marca. E é por isso que cometo erros, pela necessidade de colocar essa marca, de ser diferente, de não ser um autômato, mecanizado.

Quem gostar de mim tem que comprar todo o pacote, vai levar o bom e o ruim, que são partes inseparáveis, indissociáveis. Mas você não pode mudar essa ou aquela coisa que eu não gosto? Tudo é negociável, tudo é negociável...

Monday, November 06, 2006

Pouco tempo, pouco tempo

Nesse meu pouco tempo para dedicar a cada blog, preciso ser sintético, preciso ter o poder de dizer muito em poucas linhas. "Habemus Presidente", acho que não havia possibilidade de sermos felizes com as candidaturas postas nessas eleições. O resultado parece ser uma aposta no retrocesso - se os doutores não acertaram o país, vamos ver o que os semi-analfabetos podem fazer por ele - você acredita nisso?

Do primeiro mandato petista no governo ficou a certeza de que são mais do mesmo, como eles mesmo se definem, agora não são mais as vestais da ética, são tão quanto os outros que os antecederam - e acham que isso os qualifica. Fruto de uma maré boa, mais do que boa, excelente na economia mundial, o país andou um pouco, no arrasto. Espero que a maré continue.

Houvesse crises como as do tempo de FHC já teriam saído do poder, ou melhor, teriam sido despejados. São incompetentes, não sabem o quê e nem como fazer. Capacidade para administrar um carro de pipocas não é suficiente para um país continente cheio de problemas.

Faz de conta que quatro anos passam rápido. Quem já agüentou 500...

Tuesday, October 17, 2006

Fatos

Muitas coisas aconteceram nesse meu tempo afastado dos blogs. Nenhum problema com os blogs, nenhum problema comigo, um problema de hardware, de equipamento, foi o que motivou essa separação forçada e involuntária.

Volto aos blogs com a sensação da impossibilidade de recuperar esse tempo perdido; não há tempo disponível para revisitar o tempo passado, eis que o futuro se faz presente a cada dia, aumentando o caudal do meu débito.

Perdemos uma copa do mundo de futebol; estamos no segundo turno da eleição presidencial - que alguns consideravam uma impossibilidade; uma sucessão de novos escândalos estamparam as manchetes dos jornais e até o Schumacher vai abandonar as pistas.

Sempre é possível recorrer à síntese, artifício que emprego aqui e agora para traçar um painel de Fórmula 1 dos acontecimentos. Aos poucos vamos avançando.

Friday, August 25, 2006

Meias verdades

Meias verdades subentendem que as suas outras metades são feitas de mentiras? Sendo assim, podemos deduzir que em duas meias verdades temos uma verdade e uma mentira? Dizem que uma mentira dita muitas vezes acaba passando por verdade. Qual seria a lógica que rege a matemática da credibilidade? Eu sempre considerei a mentira a mãe de todos os pecados, a chave da porta do inferno. Ele, quando não é o principal, sempre aparece como o coadjuvantes de todos os outros pecados.

Dizem que a política é uma ciência que não consegue subsistir num caldo de cultura regido pela verdade. A política é a ciência da mentira bem educada, a lorota vestida a rigor, de fraque, gravata-borboleta e cartola. Os políticos são os magos que conseguem (tra)vestir as lorotas dessa forma. Dão-lhes a boa aparência, um cheiro respeitável, promovem o engôdo.

De qualquer forma, ninguém consegue ser 100 por 100 autêntico, verdadeiro; muitas vezes a mentira é necessária, ameniza o relacionamento, é um bálsamo imprescindível: "Como a senhora está elegante!" "Linda! Muito Linda! é claro!" "Não, essa conversa não me aborrece, muito pelo contrário...". Fazer o quê?

Monday, July 17, 2006

Supremacias!

Eu sou um fã de ciclismo. Aprendi a gostar do esporte durante a minha estada na europa em 1993. Inicialmente achava estranho o gosto dos europeus pelo sport, aquela monótono assistir aquela fila indiana de ciclistas correndo numa estrada! Como os canais de televisão europeus privelegiavam a cobertura jornalistica da modalidade, eu acabava assistindo por falta de opção.

Aos poucos fui me afeiçoando ao esporte, aprendendo o seu funcionamento, as regras, a pontuação, o linguajar, a parte técnica, ao ponto de passa a acompanhar desde então o esporte, principalmente durante a realização dos seus grandes eventos: O Tour de France e A Volta da Itália, para dar dois exemplos.

E este ano não está sendo diferente! Estou acampanhando, atentamente, nesse mês a realização do Tour de France, e com um incentivo a mais: a volta da competitividade à prova. Isso se deve a aposentadoria de Lance Armstrong, ciclista norte-americano vencedor durante vários anos e que emprestava a prova um gosto de "já te vi".

Mas esse ano não! Cada etapa reserva uma surpresa! Chegou ao ponto de que, durante o tour, um atleta que ocupava a 46º posição numa das etapas, concluir como líder geral do evento a outra!

Eu falo do ciclismo, mas essa é uma realidade que se aplica a qualquer esporte, aos esportes em geral. Não vá pensar que tenho alguma coisa contra os ídolos, nada contra eles! É natural que cada modalidade os tenha, mas considero que as supremacias - algo diferente dos ídolos - são maléficas para qualquer esporte, a alternância dos vencedores é muito salutar!

Schumacher na F1, Federer no Tênis, Lance no ciclismo, o próprio Brasil, de certa forma, no futebol - que não a tanto pela inconstância dos resultados - são bons exemplos. Apesar de todos serem indiscutíveis na qualidade técnica e insuperáveis na sua habilidade, são também "brochantes" para os fãs dos esportes que praticam - salvo talvez os torcedores dos países que representam pelo nacionalismo.

Lembro dos tempos de Senna na Fórmula1, a presença de Mansel, Proust, e até do próprio Schumacher eram fortes contrapontos a uma liderança inconteste do piloto brasileiro. Eram tempos mais emocionantes.

Definitivamente qualquer supremacia acaba se tornando chata...

Tuesday, June 20, 2006

Assuntos

Seleção é o assunto do momento. Ronaldinho Gorducho é a personagem do momento. Ronaldinho ou Robinho é a polêmica do momento. E não se fala sobre outro assunto. Parreira é o polêmico do momento. Burro e teimoso. Enquanto isso a pátria do mensalão se prepara para absolver o seu último mensaleiro. Resultado: uma verdadeira goleada! Dois cassados, dois que se exoneraram e o restante, todos absolvidos! Sem polêmicas, sem discussões, todos inocentes, todos de mãos limpas, todos...

Escalar quem contra o Japão? Com o time já classificado é a hora de fazer algumas experiências? Parreira acha que não, não gosta de experiências, é um conservador. Sem escalação também permanece a CPI dos sanguessugas, daqueles que venderam ambulâncias superfaturadas, roubando do povo. Dizem que vão ser escalados os ladrões para se auto-investigarem. Ótimo! Caminhamos para outra absolvição maciça. Aliás, o que aconteceu com o roubo da gasolina na Câmara dos Deputados? Quem foi punido? Tudo acabou em pizza? Como sempre?

Thursday, June 08, 2006

Um calor fora de época

Amanheceu um dia primaveril às vésperas do inverno, atualmente, depois de várias semanas oscilando pelos sete graus, a temperatura atingiu o quase verão com seus 31 graus. Coisas desse tempo louco, quando nunca se sabe ao certo a temperatura do amanhã.

Amanhã começa a copa do mundo de 2006 na Alemanha, serão um pouco mais de trinta dias de futebol, não é de todo mal quando o mundo todo pára um pouco por causa de um esporte. Aqui no Brasil a coisa atinge níveis exagerados, mas o que podemos fazer?

Escuto a preocupação na televisão com o funcionamento do Congresso Nacional (?) por causa do horário dos jogos. Talvez isso não seja de todo um mal, quando essas caras estão "trabalhando" aí é que dá medo!

Monday, May 29, 2006

CPI das mãos cortadas

Foi o que se viu, vão se terminando, uma a uma, as Comissões Parlamentares de Inquérito, com muitas discussões sobre as suas validades. Eu tenho uma opinião de leigo: acho que o Judiciário conseguiu "cortar as duas mãos das CPI's", tornando-as impotentes. Aqui no Brasil, quando você não quer resolver alguma coisa, quando a única intenção é provocar um monte de procedimentos inúteis, blá-blá-blás, que só procrastinam sem chegar a lugar nenhum, todos já sabem: leva-se e cria uma causa no judiciário. Não são poucos os casos (que não se transformam em causas) em que os ofendidos não apelam para o judiciário por esse motivo.

Já se tornou um jargão popular uma expressão que se ouve em muitas discussões sobre direitos ofendidos: "- Vá cobrar na justiça!" Isso com a triste conotação de que esse "cobrar na justiça" significa não receber nunca mais. Porque o ofendido sabe que as causas são quase eternas na sua duração, caras nos seus custos - um dinheiro que a maioria não têm; e de sucesso muito duvidoso na sua conclusão. Sendo que muitos acham que, sendo um embate de advogados, muitas vezes não vence quem tem a razão, mas quem tem o melhor advogado.

A impressão que eu tenho é que criou-se um emaranhado de leis e de direitos, um número tal de recursos e outras manobras, de tal forma que se manobra muito para não chegar a lugar nenhum - além, é claro, de ser uma justiça que funciona muito melhor para aqueles que podem pagar um boa assessoria - conforme está dito no parágrafo anterior. Não culpo os juízes por isso, acho que eles fazem a sua parte na aplicação das leis; mas somos obrigados a reconhecer que estas leis são pouco práticas, e acabam não estabelecendo a justiça pretendida.

Fulano é intimado para prestar esclarecimentos, mas tem o direito de não falar nada - então qual o sentido, qual a razão de intimá-lo? Foi aquilo que se viu, aquela pantomina do "reservo-me o direito de não responder". Sei que o espírito da lei é a de privilegiar as provas materiais, e abandonar as testemunhais. Mas quando o réu é o responsável pela produção das provas, no caso o próprio estado, como é que fica? Fica que os Bancos não entregam as relações completas dos sigilos bancários quebrados, e ninguém cobra, em qualquer pedido de documentação a dificuldade de obter é imensa. Creiam-me: ninguém dá tiro no próprio pé!

As testemunhas não esclarecem, permanecem caladas no amparo da lei; os órgãos do governo não fornecem os dados, as provas, - ou dificultam ao máximo esse fornecimento - resultado: crime de solução impossível que é igual a impunidade.

Monday, May 22, 2006

Causas reais e soluções utópicas

Quando você se depara com quem não quer resolver um problema, você pode esperar que logo virão as causas irreais e as soluções utópicas. "Para acabar com a criminalidade é preciso investir na educação". Algo errado com frase?

Não, em absoluto, a frase está mais do que 100% correta, o único problema é que é uma solução utópica e irreal. Vamos limitar a natalidade entre as camadas mais pobres? Não! "Vamos educar as mulheres para que elas passem a controlar a natalidade como fazem as mulheres de classe média". Novamente, algo errado? Não, mas irreal.

Esse é o melhor meio de não resolver absolutamente nada. Você aponta uma solução 100% politicamente correta e 100% inviável na aplicação, pronto! Você não resolve nada e ninguém pode lhe acusar de incopetente ou coisa que o valha. Você sabe qual a solução, embora saiba que ela é inviável do ponto de vista prático, mas sabe.

É a mesma coisa que sucede com esses regimes comunistas. Eles só sobrevivem sem a liberdade, porque o comunismo é incompatível com a democracia, mas você vê vários democratas defendendo o comunismo, como se eles não soubessem que, no futuro, a adoção do regime implica obrigatoriamente na eliminação da democracia. Fazem de conta que não sabem disso.

Assim são as causas reais e as suas soluções utópicas...

Monday, May 15, 2006

Ataques à democracia

Duas notícias movimentam a segunda feira. Os reflexos dos ataques do crime organizado às organizações policiais, numa demonstração de força; e a divulgação da lista dos atletas convocados para defender a seleção brasileira na copa da Alemanha. Qual será a notícia mais importante? Qual a notícia que vai provocar mais comentários por parte da população?

Eu tenho as minhas dúvidas, não sei, mas acho que a convocação do selecionado ainda vai atrair mais a atenção e, dependendo pode até esvaziar o movimento do PCC, que talvez decida transferir os seus ataques às instituições para um período mais oportuno.

A solução para a crise de insegurança que se abate sobre o país é institucional, legal, passa por uma mudança na legislação, na retirada de uma enxurrada de direitos que asseguram aos marginais direitos que não lhe são devidos. Não gosto de creditar soluções à mundanças na legislação, mas nesse caso é a única solução.

Tuesday, April 25, 2006

Leve como a pluma

Qual a consistência ideal de um bolo? Leve, muito leve, como a pluma, como o vento. Qual a consistência ideal de um texto? Leve, muito leve, como a pluma, como o vento. Qual a relação entre bolos e textos. Que eu saiba nenhuma, pelo menos se não for um texto sobre bolos, ou um texto que compare a leveza de um bom bolo com a leveza necessária de um bom texto.

O que será um texto leve. Aquele que só emprega palavras leves? Digamos: pluma, pena, vento, asas, folhas, leve, leveza, flutuar, voar, planar, flanar. Ou será um texto cujo conteúdo não aborda nem um texto político, filosófico, técnico, digamos: um texto humorístico, uma comédia, uma piada, uma fofoquinha social, um lero-lero qualquer.

Não sou bom de cozinha, não sei fazer bolos. Tenho quase certeza de que, tentasse fazer um bolo, sairia um pesadão, um daqueles bastantões indigestos. O mesmo posso dizer dos textos, não sou um bom escritor de textos leves, textos plumas, textos humorísticos, piadas, comédias.

Meus textos, e os meus bolos, são indigestos, são políticos, são engajados. Posso até tentar algo numa linha light, não um bolo, que eu acho que na culinária não tem jeito mesmo, e as receitas lights são mais complicadas do que as normais, mas nos textos, quem sabe, alguma coisa "levinha", alguma coisa com pouca consistência, pluminha, cor-de-rosinha.

Hummm, hummm, vejamos. O meu pc resolveu se calar para o mundo. Primeiro queimou as caixas acústicas do sistema amplificado 5.1; depois queimou a placa de som Blaster; depois o cd player resolveu não abrir e fechar normalmente, dando "arrancos". Como tudo aconteceu mais ou menos simultâneamente, só posso acreditar numa conspiração contra o meu gosto musical - que pelo jeito deve ser muito ruim. Arre!

O que acharam do meu texto levinho?

Wednesday, April 19, 2006

Quer escapar? Leva para o judiciário!

Essa barafunda que envolve o Ministro da Justiça na defesa de Palocci (MF) e de Jorge Mattoso (Cef), está carimbada com uma tática manjada do Partido dos Trabalhadores - e que também não é nenhuma novidade para Thomaz Bastos, advogado criminalista com 40 anos de experiência - que não descobriu nenhuma américa no nosso judiciário: qualquer um sabe que no atual sistema jurídico brasileiro, as chances de se condenar alguém são ínfimas, principalmente se for assessorado por um bom advogado.

Quando os assuntos são levados para a esfera do judiciário - e não se pode argumentar nada contra isso, posto que pelo sistema democrático é ele o foro adequado onde devem ser resolvidas essas contendas - todo mundo já sabe de antemão o resultado: não vai dar em nada. Aconteceu com Fernando Collor de Mello, que cassado pelo Congresso foi totalmente absolvido pela Justiça; acontece com criminosos comuns e deverá acontecer com essa cambada dos quarenta - ou mais - acusada de receberem o mensalão.

Eu, que moro aqui no RS, lembro do episódio do dinheiro havido pelo Partido dos Trabalhadores para a compra da sua sede, através de doações, onde nenhuma sequer - apesar do elevado valor de algumas - delas foi efetuada através do modo usual, com cheque, mas todas em "dinheiro vivo", a forma reconhecida de se obter dinheiro mal ganho, quando não se deseja - ou não pode - deixar rastros. O episódio, depois de ser objeto de uma CPI na Assembléia Legislativa/RS, foi para a Procuradoria da República/RS que, por uma incrível coincidência, proferiu a sua decisão exatamente no dia do aniversário do partido: pelo arquivamento sumário do feito.

Agora no dia 17 p.p. o MST realizou manifestações em todo o país, protestando contra os resultados do processo que apura o massacre de colonos de Eldorado de Carajás. Como eu costumo dizer, mal que abate Paulo, abate Paulinho, a mesma lei, o mesmo sistema judiciário que absolve essas maledicências "republicanas" também absolve as menos republicanas. E olhe que fizeram todas as pressões possíveis e imagináveis no caso de Eldorado de Carajás.

Essa tese, de alguma forma, também ajuda a responder o porquê de estarmos vivendo numa sociedade onde a certeza da impunidade leva ao império da violência.

Monday, April 03, 2006

Criando uma marca

Estava pensando nesse nickname que eu criei na internet: domrs. Ele não tem um grande significado, mas se tornou uma espécie de marca da minha presença na internet. Pensando dessa forma, vejo que falhei na divulgação dessa minha marca, nem sempre divulgando o nickname, ou fazendo uma mistura com o meu nome real. Isso não foi inteiramente por um desejo de não divulgar o nick, nesse blog onde escrevo agora, o autor aparece como "Renato", que é o meu nome do meio. Muitas vezes a necessidade de criar mais de uma conta, para a hospedagem de várias páginas ou blogs, obriga-me a adotar essas outras "personalidades".

Não raro existem blogs com o nome do meu filho, filha e esposa, e tenho homepages até com o nome do meu cachorro! Por isso se torna complicado na hora que você tenta fazer uma pesquiza para ver o que já produziu na rede, não há um argumento só de pesquiza, seria preciso colocar mais de uma dúzia de ítens - se é que eu me lembraria de todos! - para ter um retorno perto da realidade.

Coisas loucas desse mundo virtual, ou desse louco pelo mundo virtual.

Tuesday, March 28, 2006

Não se esqueçam...

Ei pessoal! Não se esqueçam do meu iPod de 60 gigas! Não é um sonho de consumo que vale a pena sonhar? Puxa vida... e eu com esse meu computador mudo, sem som. Bem que o pessoal podia ter uma pouco de pena de mim, eu só queria ouvir umas musiquinhas. Música ajuda a trabalhar com mais disposição, dá mais ânimo, melhora o humor, só faz bem, me torna mais produtivo, me faz melhor...

Tuesday, March 14, 2006

Hoje está complicado

Minha internete banda larga fica dez minutos conectada e meia hora fora do ar. Estou aproveitando um desses raros minutos em que a rede voltou para colocar "um post de passagem aqui" - só para dizer que passei por aqui.

Friday, March 03, 2006

Coisas "quase" no reino do free

Todo mundo sabe - ou pensa que sabe, ou se engana porque gosta - achando que a internete é o reino mágico e encantado do "free", do grátis. Já diz o ditado que "there's no free lunch" - não há lanche grátis -, ou seja, mesmo nas coisas aparentemente grátis, você está pagando algum tipo de preço, porque não existe nada grátis.

Mas nesse reino do - ao menos - propalado grátis, ou do propagandeado grátis, o preço também está numa pequena palavra: "quase". Tudo - ou quase tudo para não dizer que generalizamos - o que está ligado ao reino maravilhoso do grátis sempre tem algum tipo de senão, é o famoso "quase". Fulano, que tal esse serviço de hospedagem de imagens, funciona bem? Olha, meu, quase! Sim porque quase sempre tem um furo.

E não adianta dar uma de chaleira e ficar chiando, se você quer um serviço bem feito, na hora certa, sem furo nem falhas, pague!, este é o único jeito. Do outro jeito, no jeito free de ser, você vai ter que se sustentar nos "quase", tudo vai quase funcionar durante quase todo o tempo, você vai conseguir acessar durante quase todo o tempo, os dados vão estar disponíveis durante quase todo o tempo.

Saturday, February 25, 2006

Sai de mim tutufum

Hasta aqui jo vinha biem, biem, no lo puedo dicer uno bieeeeeem assi de boca lena, mas um benzito, jo venia a despacito sim comprometer, hasta que de repente, tooooooim! Paro de todo! Onde puedo encontrar la inspiracion que jo lo necessito para continuar escrebiendo? Se todo se fue puerta afuera! E ahuera? Que puedo hacer com esto mi portunhol fajutone? Já acendi uno incenso, una arruda fuerte, contra olho gordo, colírio diet e incenso de arruda. Saí de mim tutufum!!! Estoy como una loca, mira aca, sale, rueda, sale!